sábado, 27 de fevereiro de 2016

Os benefícios e riscos da reposição hormonal

A terapia ajuda a reduzir os sintomas da menopausa e o ritmo das mudanças relacionadas ao envelhecimento. Mas há riscos que precisam ser avaliados.
Passam-se os anos, multiplicam-se os estudos, e a terapia de reposição hormonal permanece um tema polêmico, gerando dúvidas entre as mulheres. Há os que defendem a reposição hormonal como um recurso que vai resolver todos os sintomas da menopausa, evitar doenças cujos riscos aumentam com a redução do estrógeno (hormônio feminino) e retardar o envelhecimento da pele, entre outros. No lado oposto estão os que a condenam com veemência, como potencializadora de males como câncer de mama, infarto e derrame. Há mitos e verdades nesses dois territórios. Portanto, o que deve prevalecer é a posição de equilíbrio, que passa ao largo de radicalismos e se apoia em evidências científicas.
Embora algumas mulheres façam uma transição tranquila para a menopausa, boa parte sofre com as mudanças físicas, metabólicas e neuropsíquicas. Sintomas como ondas de calor, irritabilidade e quadros depressivos podem emergir ainda na pré-menopausa. Depois, aparecem outros: alterações na textura e tônus da pele e atrofia das mucosas, com ressecamento vaginal e maior suscetibilidade a infecção urinária, perda da libido, insônia e dores nas articulações. A redução do hormônio estrógeno também pode favorecer doenças cardiovasculares e perda óssea (osteopenia e osteoporose), apesar de ainda não haver estudos conclusivos sobre os efeitos da reposição hormonal para tratar esses males.
Embora algumas mulheres façam uma transição tranquila para a menopausa, boa parte sofre com as mudanças físicas, metabólicas e neuropsíquicas.
Inúmeras outras pesquisas, porém, são definitivas ao apontar os benefícios da terapia hormonal para atenuar sintomas e desacelerar as transformações relacionadas à menopausa. As Sociedades Norte-Americana de Menopausa e Brasileira do Climatério, por exemplo, recomendam a suplementação de hormônio para minimizar as ondas de calor, o envelhecimento da pele e a atrofia urogenital. Os geriatras apontam que a mulher de vida saudável que recebe um tratamento hormonal adequado chega aos 60 anos com menos doenças típicas da idade.
A terapia é contra-indicada para mulheres com histórico de câncer de mama ou endométrio, trombose, distúrbios de coagulação sanguínea, infarto e sangramento genital de causa desconhecida. Na mulher com útero, associa-se estrogênio e progestagênio, pois o uso isolado do estrogênio eleva o risco de câncer de endométrio. É importante ainda observar o tempo de tratamento. Segundo o estudo norte-americano Women’s Health Iniciative, após 5 anos aumenta o risco de câncer de mama e doenças cardiovasculares.
A maioria das mulheres colherá ganhos importantes com a terapia hormonal, feita com critério e acompanhamento médico. Mas haverá casos em que isso será contra-indicado. Não há uma resposta universal aplicável a todas as mulheres e cada uma deve ser avaliada de forma personalizada. Definir caso a caso os benefícios e riscos de acordo com o histórico de cada paciente é a melhor forma de se posicionar a favor ou contra a terapia de reposição hormonal.

sábado, 7 de março de 2015

FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER



Todo mundo tem uma mulher que fez a sua vida mudar. Para começar, a mulher que te trouxe ao mundo. Ao longo da jornada, tantas outras fazem a diferença: a primeira professora, a melhor amiga, a tia engraçada, a avó querida.
 
São muitas mulheres, com muitas facetas, que se dividem entre muitas atividades. Mas, sem jamais perder o charme, a graça, o carinho e a beleza natural.
Nossa sincera homenagem a essas mulheres que fazem de uma casa, um lar. De um escritório, um ambiente de trabalho. De uma reunião, uma festa. De um simples prato, um banquete. De um gesto, o carinho exato. De uma palavra, a verdade. De um sorriso, um mundo mais feliz.
Parabéns MULHERES pelo seu dia!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Para manter a saúde mesmo durante o frio siga essas dez dicas:

1 - Fique atento às variações de temperatura. Em casa, no trabalho e em outros locais fechados, costuma-se sentir calor. Porém, ao sair destes ambientes, a brusca queda de temperatura pode facilitar a ocorrência de doenças, principalmente as respiratórias. Agasalhe-se antes de sair.

2 - Mantenha a higiene doméstica, evitando o acúmulo de poeira, que desencadeia diversos problemas alérgicos. Apesar do frio, mantenha a casa arejada durante o dia.

3 - Evite banhos com água muito quente, que provocam ressecamento da pele.

4 - Use soro fisiológico para olhos e narinas, em caso de irritação.

5 - Evite exposição prolongada a ambientes com ar condicionado (quente ou frio).

6 - Durma em local arejado e umedecido. Podem ser utilizados umidificadores de ar, toalhas molhadas ou reservatórios com água nos quartos.

7 - As pessoas com alergia devem ficar atentas a cobertores que soltam pêlos. Substituí-los por mantas de tecido sintético ou algodão pode auxiliar na prevenção de rinites e outros quadros alérgicos.

8 - As alergias também podem ser reduzidas lavando e secando ao sol, antes de usar, mantas, cobertores e blusas de lã, guardadas por muito tempo em armários. Pacientes com antecedentes como bronquite e rinite costumam ter crises nesta época. É importante procurar um médico e seguir suas recomendações.

9 - Atenção ao sol. Mesmo com o frio é importante manter o cuidado com o sol, utilizando protetores, especialmente quando o céu estiver “limpo”.

10 - Tome muito cuidado com o acesso de crianças pequenas à cozinha. Evite que brinquem neste ambiente, atraídas pelo calor. Líquidos e panelas quentes causam graves acidentes. Em caso de queimadura a orientação é buscar atendimento médico imediatamente.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Bom dia, a parti de hoje estaremos publicando dicas de previdência e cultura financeira

Como economizar?

  • Mapeie para onde está indo o seu dinheiro utilizando uma planilha de orçamento;
  • Estabeleça objetivos e os siga. Nunca se perca dos seus sonhos;
  • Faça uma lista de prioridades de consumo e estipule o valor que você pode gastar em cada uma delas;
  • Saiba separar suas necessidades de seus desejos. Seja honesto com você;
  • Observe seus hábitos e de sua família para identificar onde podem economizar. Economizar em grupo é sempre mais fácil;
  • Algum membro da família deverá assumir a liderança para coordenar os planos, alocar as responsabilidades e cobrar os resultados;
  • Compare seus gastos com a média da população. É possível achar esse dado na Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE, por despesa e região;
  • Opte sempre por pagamentos à vista. Portanto, se não tiver o valor total do bem, poupe antes de comprar; 
  • Acabe com as compras feitas por impulso. Para isso, pense duas vezes antes de comprar algo. Você quer aquela coisa, ou realmente precisa?;
  • Espere as liquidações para comprar roupas, quando necessário;
  • Faça lista de supermercado e restrinja-se a ela;
  • Evite o desperdício de alimentos;
  • Seja econômico, controle os gastos com celular, luz, água, energia elétrica, etc;
  • Tire os eletrônicos da tomada quando não estiverem em uso;
  • Reduza a quantidade de cartões de crédito, carregue-os com você somente quando necessário.
  • Além de todas essas medidas, é importante você observar e reavaliar seus costumes e comportamento. Analise quantas vezes por mês você sai para jantar ou almoçar fora, no supermercado, tente experimentar marcas mais baratas, e se tiver TV a cabo, tente negociar com sua operadora um pacote mais barato, pelo menos até você reestruturar suas finanças.

Seguro de viagem: dicas de como contratar

04/06/2013 / Fonte: G1

O seguro é uma medida de prevenção que pode diminuir diversos imprevistos durante a viagem.
Quando planeja suas férias, a maioria das pessoas não quer ficar pensando em coisas desagradáveis que podem acontecer durante a viagem. O seguro é uma medida de prevenção que pode diminuir os transtornos de eventos como o extravio de bagagens ou a contração de alguma doença, ou até casos piores, como um acidente fatal, que pode gerar custos altíssimos de traslado.
O serviço pode ser contratado com um corretor ou em agências de viagem. Os preços variam de acordo com o tipo de cobertura e a idade do contratante, e a vigência fica a escolha do turista, podendo ser cancelado logo quando retornar.
Confira abaixo algumas dicas do G1 para que vai viajar e está procurando um seguro:
1 – Ler muito bem os itens incluídos na apólice.
Os seguros mais básicos apenas oferecem um valor em dinheiro por morte ou invalidez acidental e ressarcimento limitado por gastos médicos. Outros serviços, como cobertura para perda e extravio de bagagem, custeio de traslados em caso de acidente ou morte, e assistência no exterior, podem estar incluídos ou não.
2 – Verificar se seu cartão de crédito oferece seguro de viagem.
Muitos cartões têm esse serviço gratuito para todos os clientes. Mas, ao mesmo tempo, costumam ser bastante básicos. Por isso, é importante pedir à operadora do cartão a apólice do seguro oferecido e, caso a cobertura não seja considerada suficiente, cogitar contratar outro plano separadamente.
3 – Tomar cuidado com seguros oferecidos no exterior.
Eles podem ser comprados pela internet e, em muitos casos, podem ser mais em conta que os nacionais. No entanto, ainda que vários deles sejam bons e cumpram o que a apólice promete, caso isso não aconteça, não haverá a quem recorrer no Brasil, já que eles não se submetem à nossa legislação.
4 – Se houver dúvida ou problema com o seguro
O viajante deve primeiro buscar a ouvidoria da seguradora. Se a situação não se resolver, o órgão a ser procurado é a Superintendência de Seguros Privados (Susep), no telefone 0800 021 8484.
5 – Se o turista esquecer de fazer o seguro antes da viagem
Ainda é possível entrar em contato com o seu corretor, mesmo quando já em viagem. Mas lembre-se de avisar que já está se deslocando, pois isso precisa ser discriminado.
6 – Se o turista quer alugar um carro
Deve se informar sobre o seguro do veículo e sua cobertura para danos a terceiros, que não estão incluídos nos seguros de viagem.