sexta-feira, 26 de julho de 2013

Para manter a saúde mesmo durante o frio siga essas dez dicas:

1 - Fique atento às variações de temperatura. Em casa, no trabalho e em outros locais fechados, costuma-se sentir calor. Porém, ao sair destes ambientes, a brusca queda de temperatura pode facilitar a ocorrência de doenças, principalmente as respiratórias. Agasalhe-se antes de sair.

2 - Mantenha a higiene doméstica, evitando o acúmulo de poeira, que desencadeia diversos problemas alérgicos. Apesar do frio, mantenha a casa arejada durante o dia.

3 - Evite banhos com água muito quente, que provocam ressecamento da pele.

4 - Use soro fisiológico para olhos e narinas, em caso de irritação.

5 - Evite exposição prolongada a ambientes com ar condicionado (quente ou frio).

6 - Durma em local arejado e umedecido. Podem ser utilizados umidificadores de ar, toalhas molhadas ou reservatórios com água nos quartos.

7 - As pessoas com alergia devem ficar atentas a cobertores que soltam pêlos. Substituí-los por mantas de tecido sintético ou algodão pode auxiliar na prevenção de rinites e outros quadros alérgicos.

8 - As alergias também podem ser reduzidas lavando e secando ao sol, antes de usar, mantas, cobertores e blusas de lã, guardadas por muito tempo em armários. Pacientes com antecedentes como bronquite e rinite costumam ter crises nesta época. É importante procurar um médico e seguir suas recomendações.

9 - Atenção ao sol. Mesmo com o frio é importante manter o cuidado com o sol, utilizando protetores, especialmente quando o céu estiver “limpo”.

10 - Tome muito cuidado com o acesso de crianças pequenas à cozinha. Evite que brinquem neste ambiente, atraídas pelo calor. Líquidos e panelas quentes causam graves acidentes. Em caso de queimadura a orientação é buscar atendimento médico imediatamente.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Bom dia, a parti de hoje estaremos publicando dicas de previdência e cultura financeira

Como economizar?

  • Mapeie para onde está indo o seu dinheiro utilizando uma planilha de orçamento;
  • Estabeleça objetivos e os siga. Nunca se perca dos seus sonhos;
  • Faça uma lista de prioridades de consumo e estipule o valor que você pode gastar em cada uma delas;
  • Saiba separar suas necessidades de seus desejos. Seja honesto com você;
  • Observe seus hábitos e de sua família para identificar onde podem economizar. Economizar em grupo é sempre mais fácil;
  • Algum membro da família deverá assumir a liderança para coordenar os planos, alocar as responsabilidades e cobrar os resultados;
  • Compare seus gastos com a média da população. É possível achar esse dado na Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE, por despesa e região;
  • Opte sempre por pagamentos à vista. Portanto, se não tiver o valor total do bem, poupe antes de comprar; 
  • Acabe com as compras feitas por impulso. Para isso, pense duas vezes antes de comprar algo. Você quer aquela coisa, ou realmente precisa?;
  • Espere as liquidações para comprar roupas, quando necessário;
  • Faça lista de supermercado e restrinja-se a ela;
  • Evite o desperdício de alimentos;
  • Seja econômico, controle os gastos com celular, luz, água, energia elétrica, etc;
  • Tire os eletrônicos da tomada quando não estiverem em uso;
  • Reduza a quantidade de cartões de crédito, carregue-os com você somente quando necessário.
  • Além de todas essas medidas, é importante você observar e reavaliar seus costumes e comportamento. Analise quantas vezes por mês você sai para jantar ou almoçar fora, no supermercado, tente experimentar marcas mais baratas, e se tiver TV a cabo, tente negociar com sua operadora um pacote mais barato, pelo menos até você reestruturar suas finanças.

Seguro de viagem: dicas de como contratar

04/06/2013 / Fonte: G1

O seguro é uma medida de prevenção que pode diminuir diversos imprevistos durante a viagem.
Quando planeja suas férias, a maioria das pessoas não quer ficar pensando em coisas desagradáveis que podem acontecer durante a viagem. O seguro é uma medida de prevenção que pode diminuir os transtornos de eventos como o extravio de bagagens ou a contração de alguma doença, ou até casos piores, como um acidente fatal, que pode gerar custos altíssimos de traslado.
O serviço pode ser contratado com um corretor ou em agências de viagem. Os preços variam de acordo com o tipo de cobertura e a idade do contratante, e a vigência fica a escolha do turista, podendo ser cancelado logo quando retornar.
Confira abaixo algumas dicas do G1 para que vai viajar e está procurando um seguro:
1 – Ler muito bem os itens incluídos na apólice.
Os seguros mais básicos apenas oferecem um valor em dinheiro por morte ou invalidez acidental e ressarcimento limitado por gastos médicos. Outros serviços, como cobertura para perda e extravio de bagagem, custeio de traslados em caso de acidente ou morte, e assistência no exterior, podem estar incluídos ou não.
2 – Verificar se seu cartão de crédito oferece seguro de viagem.
Muitos cartões têm esse serviço gratuito para todos os clientes. Mas, ao mesmo tempo, costumam ser bastante básicos. Por isso, é importante pedir à operadora do cartão a apólice do seguro oferecido e, caso a cobertura não seja considerada suficiente, cogitar contratar outro plano separadamente.
3 – Tomar cuidado com seguros oferecidos no exterior.
Eles podem ser comprados pela internet e, em muitos casos, podem ser mais em conta que os nacionais. No entanto, ainda que vários deles sejam bons e cumpram o que a apólice promete, caso isso não aconteça, não haverá a quem recorrer no Brasil, já que eles não se submetem à nossa legislação.
4 – Se houver dúvida ou problema com o seguro
O viajante deve primeiro buscar a ouvidoria da seguradora. Se a situação não se resolver, o órgão a ser procurado é a Superintendência de Seguros Privados (Susep), no telefone 0800 021 8484.
5 – Se o turista esquecer de fazer o seguro antes da viagem
Ainda é possível entrar em contato com o seu corretor, mesmo quando já em viagem. Mas lembre-se de avisar que já está se deslocando, pois isso precisa ser discriminado.
6 – Se o turista quer alugar um carro
Deve se informar sobre o seguro do veículo e sua cobertura para danos a terceiros, que não estão incluídos nos seguros de viagem.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Dicas para fazer o seguro do automóvel

04/06/2013 / Fonte: Diário Gaúcho | Felipe Bortolanza

Uma apólice para carros é composta de muitos itens. Além de pedir ajuda a um corretor de confiança, é importante saber o que mais se adequa na sua rotina
Em tempos de furtos e roubos frequentes, e de trânsito nervoso, é crescente a preocupação em fazer seguro de carro. Claro que, diante desse cenário caótico, as empresas aplicam valores cada vez mais altos. Lembrando: contratar um seguro automotivo significa transferir o risco que o seu bem corre para a seguradora em determinado período, geralmente um ano. Em contrapartida, ela se compromete a ressarcir eventuais prejuízos em troca de um pagamento.
O que fazer, então? Se você tem mais de R$ 1 mil (parcelado em até cinco ou seis vezes), a prudência indica segurar o veículo. A Caranga dá algumas dicas para não errar na hora da contratação da apólice com o corretor (agências costumam indicar profissionais).
Preste atenção com carro 0km
O que muitos proprietário de automóveis não sabem é que para chegar ao custo final, as empresas levam em consideração o cálculo de todas as coberturas asseguradas (colisão, incêndio, roubo, responsabilidade civil e serviços adicionais), informações pessoais e de moradia, além dos dados e as estatísticas de sinistro do veículo.
- Prestar atenção em todos os detalhes é um dever do consumidor, já que não optar por itens como assistência 24 horas ou carro reserva pode resultar em economia de R$ 100 a R$ 200 – afirma o sócio-diretor da corretora on-line Escolher Seguro, Marco Kemp.
O empresário cita um exemplo: se você comprou um 0km, não contrate a assistência 24 horas, já que a maioria das montadoras oferece o serviço gratuitamente no primeiro ano.
Evite desperdícios
1 – A comparação
Os preços com coberturas iguais em diferentes seguradoras podem apresentar uma diferença de 100% ou até mais. É importante definir o que se deseja e, só depois, fazer a comparação. Ou seja: a opção mais barata nem sempre é um bom negócio na relação custo-benefício, já que ela pode excluir algum tipo de proteção que o segurado deveria ter. No caso de renovação, antes de aceitar imediatamente um novo contrato com a atual seguradora é importante que o consumidor solicite ao corretor cotações em, pelo menos, duas ou três novas companhias.
2 – O essencial
Verifique se as coberturas e serviços do seguro atendem às suas necessidades. Caso o segurado use pouco o carro é possível retirar algumas coberturas e serviços. Por outro lado, se o veículo for utilizado diariamente para ir ao local de trabalho ou estudar é recomendável a contratação de coberturas mais amplas, como carro reserva e assistência 24 horas. Se você pode usar o transporte coletivo durante um eventual conserto na oficina, é possível baratear o valor da apólice eliminando a opção do carro reserva.
3 – A franquia
Quanto maior o preço da franquia, menor o valor da apólice. Ou seja: se a franquia for de R$ 2 mil, a empresa só pagará por consertos acima deste valor. A necessidade de desembolsar à vista uma quantia alta assim em uma eventual colisão pode resultar em dificuldade para famílias que não têm folga na renda. Nesse caso é mais recomendável pagar entre R$ 200 e R$ 300 a mais pela apólice com franquia reduzida (na casa dos R$ 1 mil).
4 – Danos materiais e corporais
Recomenda-se apólice com cobertura de Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V), que incluem danos materiais e corporais a terceiros de R$ 100 mil. A diferença de contratar a cobertura de R$ 50 mil para R$ 100 mil varia entre R$ 100 e R$ 300 no preço final do seguro. O acréscimo é pequeno se for analisado que o segurado terá uma tranquilidade maior no caso de provocar um acidente com veículos caros, além de evitar processos judiciais que podem provocar indenizações altíssimas e que terão de ser pagas do próprio bolso.
5 – Os cuidados extras
A maioria das seguradoras que atuam no Estado oferece vantagens para veículos que não ficam expostos na rua, principalmente a noite. O desconto para o segurado pode variar entre 5% e 10%. A mesma regra se encaixa em relação à utilização de dispositivos antifurto no veículo, como bloqueadores ou rastreadores.
Mapa do perigo
Locais com mais roubos e furtos de veículos:
Av. Sertório: 146
Av. Assis Brasil: 144
Av. Ipiranga: 89
Av. Protásio Alves: 82
Av. Bento Gonçalves: 81
Rua Ramiro Barcelos: 75
Av. Mariland: 61
Av. Oscar Pereira: 59
Rua São Manoel: 53
Rua Vicente da Fontoura: 53
Bairros de Porto Alegre com mais números de crimes:
Centro: 407
Petrópolis: 382
Sarandi: 380
Rubem Berta: 321
Vila Ipiranga: 253
Menino Deus: 236
Cristo Redentor: 193
Santana: 187
Floresta: 182
Passo D´Areia: 177
Veículos mais visados:
VW Gol: 241
Hyundai I30: 174
Kombi: 120
Fiat Palio: 119
Ford Focus Hatch: 103
Números: Polícia Civil, entre janeiro de 2012 e fevereiro de 2013